�Quase ninguém sabe das vezes que silenciei quando minha vontade era gritar, rasgar o verbo, machucar. Ninguém percebe, mas de vez em quando eu relevo uns comentários, finjo que não vi, que não ouvi. Tento agradar, mas a maioria só vê a parte ruim. Quero mostrar a parte bela, mas só querem apontar minhas cicatrizes, abrindo-as mais, mais e mais. Não vivo nessa de querer agradar a todos, só tenho um medo absurdo de ferir alguém. Eu sei como dói.�
�Vou aprender a me fazer de louco, pra não perder a minha lucidez.�
�Você não imagina o tamanho da minha gratidão pelos sorrisos que me arranca sem esforço algum, nos momentos em que eu mais preciso.�
�Entender não é concordar.�
�Quero essa segurança constante que você me transmite, que esse sentimento com o passar do tempo não desapareça. Pois no mundo que vivemos hoje, repleto de pessoas vazias, ter alguém que se faça o nosso porto seguro. Se tornou raridade!�
�Eu não acredito no destino por acaso. Acredito que sempre há um motivo para tudo nessa vida. É que a vida é assim: Às vezes estamos tão fechados dentro de nós mesmos, que deixamos passar certas coisas. Mas sempre sabemos a hora certa de se mostrar. Sempre há alguém que nos faz bem. Mesmo diante das circunstâncias, aparentemente sem saída, sempre há uma. Sabe, talvez, só precisemos de alguém que nos mostre isso, segure na nossa mão e diga:“Eu estou aqui com você.” Que nos protege quando mais precisamos.�
�Embora você esteja triste. Não se esqueça que você já esteve feliz. Vai passar. Saiba que o sol faz um bem danado, mas a natureza precisa da chuva também.�
�Eu tinha um coração tão ingênuo, tão bonito. Mas agora tá tudo tão vazio, não tenho mais vontade de pedir, ou dar carinho. Não tenho vontade nem de conhecer alguém.�